História

 

1970
O festival é criado por Luís Arrobas Martins e Camargo Guarnieri, acontece no Palácio da Boa Vista e leva o nome de 'Concertos de Inverno de Campos do Jordão'. Apresentam-se artistas como Magdalena Tagliaferro, Natan Schwartzman e a Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, sob regência de Ernst Bour.


1971
Já se chamando 'Festival de Inverno de Campos do Jordão', o evento acontece no Palácio e em outros locais da cidade, tem uma apresentação de música popular de Inezita Barroso e coordenação artística do maestro Souza Lima.


1973
O maestro Eleazar de Carvalho passa a dirigir o Festival e institui nele o modelo 'festa e aprendizado', que havia vivenciado em Tanglewood. Além de concertos com atrações brasileiras e internacionais, o Festival passa a contar com a presença de bolsistas, que durante um mês têm aulas com renomados professores brasileiros e estrangeiros. Estava criado o modelo em que até hoje é baseado o evento. Também neste ano, Eleazar reestrutura a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp), que estreia sua nova gestão na abertura do Festival.


1977
Luís Arrobas Martins, o grande idealizador do evento, falece no dia 3 de julho. Em sua homenagem, no ano seguinte a Assembleia Legislativa do Estado decreta que o Festival passa a ser chamado 'Festival de Inverno de Campos do Jordão - Dr. Luís Arrobas Martins'.


1979
É inaugurado o Auditório Campos do Jordão (que dez anos mais tarde seria rebatizado como Auditório Claudio Santoro), sede do Festival de Inverno de Campos do Jordão. A 10ª edição também marca a criação do Coral do Estado de São Paulo (que mudaria de nome para Coral Jovem do Estado) e da Orquestra Sinfônica Jovem do Estado.


1983
O Festival realiza uma edição bastante diferente, em que os bolsistas eram professores de educação artística da rede estadual de ensino. O objetivo era reciclar estes profissionais, fazendo com que frequentassem aulas teóricas, oficinas e apresentações artísticas diversas, como circo, teatro, música clássica e popular etc. Trata-se de uma experiência pioneira levada a cabo pela arte-educadora Ana Mae Barbosa, Claudia Toni e Glaucia Amaral. No ano seguinte, no entanto, o Festival retoma os moldes originais.


1984
Registro do encerramento do Festival de 1984 com os maestros Flávio Florence, Roberto Tibiriçá e Eleazar de Carvalho regendo a Orquestra Acadêmica.




1986
Registro do encerramento do Festival de 1986 com a Orquestra Acadêmica e palavras do maestro Eleazar de Carvalho pouco antes do concerto.